A fabricante de brinquedos Estrela informou, nesta quarta-feira (20), ter protocolado um pedido de recuperação judicial na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais. A solicitação também inclui outras oito empresas que fazem parte do Grupo Estrela.
Segundo comunicado divulgado ao mercado, a medida foi adotada diante da necessidade de reorganização financeira da companhia em meio a um cenário de dificuldades econômicas e desafios enfrentados pelo setor.
Estrela aponta alta dos custos e restrição de crédito
De acordo com a empresa, a decisão ocorre em um contexto marcado pelo aumento do custo de capital e pela redução do acesso ao crédito. A companhia também destacou mudanças no comportamento dos consumidores, além da ampliação da concorrência com plataformas e alternativas digitais de entretenimento.
A fabricante afirmou que o ambiente econômico atual impactou diretamente as operações e exigiu a adoção de medidas para reestruturar o passivo do grupo.
Empresa diz que operações seguem normalmente
Apesar do pedido de recuperação judicial, a Estrela garantiu que continuará mantendo as atividades industriais, comerciais e administrativas em funcionamento.
Ainda conforme o comunicado, a empresa segue adotando ações para assegurar a continuidade dos negócios durante todo o processo de reestruturação financeira.
A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite às empresas renegociar dívidas e reorganizar as finanças, buscando evitar a falência e preservar as operações.
Principais informações sobre o pedido de recuperação judicial da Estrela
- Empresa: Estrela
- Data do anúncio: quarta-feira (20)
- Local do pedido: Comarca de Três Pontas (MG)
- Empresas envolvidas: Estrela e outras oito sociedades do Grupo Estrela
- Motivos apontados:
- aumento do custo de capital;
- restrição de crédito;
- mudanças no comportamento do consumidor;
- concorrência de alternativas digitais.
- Situação das operações: atividades seguem normalmente durante a reestruturação financeira.
Paraiba.com.br









