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Eliminação melancólica do Santos na Sul-Americana expõe planejamento frágil para o ano

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Ainda no primeiro tempo, Carlos Sánchez invadiu a área do River Plate-URU, cortou o marcador com um toque de direita e, em boa posição, chutou de esquerda. A bola saiu pela lateral. Não houve uma única vaia para pontuar o lance bizarro de um dos melhores jogadores do Santos.

O silêncio de um Pacaembu sem torcedores marcou com melancolia a eliminação precoce do time de Jorge Sampaoli, sensação da temporada, na primeira fase da Copa Sul-Americana. O empate em 1 a 1 em São Paulo na última terça-feira serviu aos uruguaios, bem mais modestos, que já tinham comemorado um 0 a 0 no jogo de ida, há duas semanas.

Faltaram testemunhas ao vexame santista. O Pacaembu se manteve de portões fechados graças a uma punição aplicada ao clube, que viu torcedores entrarem no gramado e atirarem bombas no campo em agosto passado, em outra queda traumática, aquela contra o Independiente, nas oitavas de final da Libertadores.

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