Ricardo Coutinho comenta ataque ao presídio

O governador Ricardo Coutinho (PSB) comentou o ataque à Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, o PB1, localizado em Jacarapé, em João Pessoa. Na ação, 105 presos fugiram e um tenente da Polícia Militar foi assassinado.

“Não foi simplesmente uma fuga, foi um ataque de uma organização criminosa, utilizando recursos de terrorismo, armas que as polícias são proibidas de terem, como é o caso da metralhadora .50. Ela perfura tranquilamente uma parede daquela, que é a parede de todos os presídios brasileiros. Aqui no Brasil, aquelas armas estão nas mãos dos bandidos. Foi feito para resgatar chefes da Okaida e relacionados com o PCC. O restante que fugiu foi mais em função de terem aberto o portão”, disse.

O gestor estadual disse que as forças de segurança estão trabalhando para evitar novos ataques. “As medidas são as mesmas, os presídios e os agentes têm as armas que as leis permitem. Então nós só podemos ter aquilo que a lei permite”, destacou.

E seguiu explicando: “Você não tem como saber em que momento algo parecido pode acontecer, evidentemente. Agora, a inteligência existe nos órgãos e nós trabalhamos diuturnamente com coisas que você pega e evita, que eu não vou aqui dizer porque interessa à polícia, mas tem coisas que você evita, tem outras que você não consegue evitar como foi o caso do que ocorreu de madrugada”.

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